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Empresária da Baixada Fluminense trabalha o empoderamento feminino através da automaquiagem

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  Gabriely, fundadora do Make com Gaby, ajuda mulheres a se sentirem mais poderosas, sem perderem a essência Da assessoria Foto: Reprodução / arquivo pessoal A automaquiagem tem um papel fundamental para as pessoas se sentirem mais poderosas, atualmente, muito se tem falado sobre o empoderamento feminino, conceito que vem entrando de vez na sociedade e está quebrando antigos paradigmas. Até mesmo naqueles dias mais difíceis de se encarar no espelho, uma make bem feita ajuda a se sentir incrível! Pensando em ajudar na realidade de diversas mulheres, a estudante de publicidade na Universidade Unigranrio, maquiadora formada pelo Senac e fundadora do @makecomgaby, Gabriely Pereira, 22, trabalha no seu espaço de beleza e nos cursos ministrados de forma online, o empoderamento feminino por meio da maquiagem De acordo com a empresária, “a sensação de oferecer empoderamento e ajuda na autoestima é realizadora.” A maquiagem ajuda na forma como as mulheres encaram a sua própria “guerra inte...

Inscrições abertas para o curso Dança-Teatro: Estímulo para o intérprete-compositor

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Foto: Divulgação Estão abertas as inscrições para o curso gratuito Dança-Teatro: Estímulo para o jovem intérprete-compositor . As aulas serão realizadas de forma presencial no Teatro Municipal Raul Cortez, no centro de Duque de Caxias, RJ. O curso será ministrado por Bruno Alarcon, ator e dançarino contemporâneo, estudante de dança na Universidade Federal do Rio de Janeiro e Luiz Fernando Picanço, produtor cultural e estudante de Artes Cênicas na UFRJ.  Além das aulas de dança, o workshop contará com análise de vídeo e leitura de textos. Para se inscrever, os interessados deverão ter mais de 15 anos de idade e realizar cadastro, através do formulário , as inscrições vão até 02/04.  A princípio, estão disponíveis 20 vagas, porém, segundo Bruno Alarcon, estão avaliando uma possível redução devido ao aumento dos casos de Covid-19. As aulas estão previstas para começarem em abril, nas segundas-feiras e quartas-feiras, com duração de dois meses.  Alarcon e Picanço, realizam tr...

Dor companheira

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  E ra apenas um leve desconforto na lateral esquerda do meu abdômen aos oito anos que logo era tratado com chá e remédio para a dor. Passaram-se anos e aquele desconforto me visitava anualmente quando criança, depois adolescente até chegar à fase adulta. Ao todo foram 12 anos convivendo com a dor sem saber sua causa, até que apareceram outros sintomas: minha barriga inchou, senti dificuldade para evacuar e urinar além de falta de apetite, juntamente com o aumento da dor e febre, dificultando a rotina e forçando uma visita ao médico onde descobri que a dor companheira era uma inflamação e perda total do funcionamento do rim esquerdo devido uma má formação. Tal descoberta mudou totalmente meus planos, logo eu que sempre planejei tudo o que iria fazer sendo surpreendido por uma doença que me forçou a ficar internado 11 dias para tratamento e cirurgia. Amigos e parentes se solidarizaram com minha situação e recebi visitas diariamente no período da internação que me deixava mais calmo...

Tentando ser cronista e falar de política

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Queria me retratar, coloquei na minha descrição no Medium e no Instagram que sou cronista, mas devo corrigir-me pois não o sou. O cronista pega um fato do cotidiano e escreve sobre aquilo, faz uma reflexão e vai além da informação. Enquanto eu, escrevo sem passar nenhuma informação relevante, escrevo apenas por escrever, sendo que deveria ir além disso. Poderia escrever uma crônica falando sobre os 700 mil quilos de picanha acompanhados de 80 mil cervejas, comprados com dinheiro público, para as forças armadas brasileiras em 2020, ano onde começamos a enfrentar mais um inimigo invisível, o Coronavírus. Digo mais um, pois já enfrentamos há décadas um inimigo que mata e, ao contrário daquele, escolhe as suas vítimas pela classe social, a fome. O governo que não consegue solução para erradicar a fome, não parece se incomodar com os gastos desnecessários com as forças armadas. Não estou dizendo que a alimentação dos militares é desnecessária, vale destacar para evitar distorções. Quero diz...

Falando em saudades

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  Faz tempo que eu não escrevo, mas hoje senti a necessidade de expressar um sentimento: Saudade; esse sentimento que sempre me acompanhou, onde passo, deixo um pouco e levo comigo aonde vou. Saudade que me faz sentir tantas coisas, porque ela nunca vem só, traz consigo a alegria que sinto ao reencontrar um amigo e a tristeza que bate forte quando tenho que me despedir dele. Neste fim de semana reencontrei uma grande amiga, a alegria nos fez companhia durante algumas horas. Lembramos nossas histórias do ensino fundamental, as boas e as ruins, vimos o quanto mudamos e mesmo assim nossa amizade está ainda mais forte levando em conta que já passaram seis anos desde o fundamental! Isso me fez pensar que realmente não precisamos falar sempre com uma pessoa para ela ser nossa amiga, quem realmente é nosso amigo vai passar seis anos ou mais e as conversas e sentimentos um pelo outro serão os mesmos. Queria que ela levasse para a Paraíba uma mala cheia de saudades minhas. Esse encontro tro...

Doença

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Já contei que fui submetido a um procedimento cirúrgico em outro texto. Precisei dar adeus ao meu rim esquerdo em dezembro de  2019  por causa de uma má formação que resultou em uma infecção. Meu rim foi guerreiro, resistiu por 21 anos mesmo dando sinais de que tinha algo errado, avisando-me por meio da dor, sempre ela quem nos mostra que devemos dar atenção a algo que está passando despercebido, geralmente quando ela dá seu recado é porque o problema já está sério e precisamos estar atentos. Quando resolvemos ou somos forçados a dar atenção às mensagens desesperadas, não as que chegam no celular, mas sim as que vem de dentro, tudo o que planejamos fazer fica para depois, algo que era tão simples de resolver, tornou-se o assunto mais urgente,  pula as outras atividades da nossa vida, afinal o que é mais importante que nós mesmos?  Ao adoecer pensamos mais na vida. Deitados no leito do hospital olhando as gotas do soro  caírem, vendo os funcionários entrarem e sa...

All you need is love

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   A música que eu mais me identifiquei esse ano, a que eu ouço quase que diariamente, a que canto para quem eu gosto, tenho ciúmes dela assim como tenho de todos que amo. All you need is love - Jup do Bairro. No fundo é tudo o que precisamos, amor, ser amados, nos sentir desejados por alguém, acordar sabendo que alguém em especial, que não é seu parente, está esperando sua mensagem de bom dia ou já enviou uma pra você. Trabalhar a semana toda torcendo para que chegue o fim de semana e você possa encontrar aquela pessoa e dizer o quanto estava ansioso por esse momento, sendo que já tem um ano e meio que se repete. Mas assim como na música, eu não sei o que é amar, infelizmente esses momentos nunca aconteceram comigo e eu tenho inveja, sem nenhuma vergonha em dizer isso. Invejo as pessoas que conheço e que disfrutam desses momentos, não sabem o quanto são felizes, eu me acostumei a estar só, isso não significa que não queira ter alguém. Acontece que quando não se tem ninguém vo...

Escrever com sentimentos

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Queria escrever com sentimentos assim como Clarice fazia, mas já li em uma entrevista com Marina Colasanti que quem escrever como Clarice terá um problema já que é fácil de identificar que ali tem características Claricianas. Queria que minha escrita fosse mais fluída, acho que por eu pensar demais acabo perdendo a minha essência, minhas palavras ficam sem emoção e a comunicação não é bem feita. Queria ser escritor e ter textos lindos que me orgulhasse ao ler um elogio nos comentários, mas eu não paro de pensar. Queria que você ao ler esse texto entendesse o que eu estou dizendo, muitas vezes sinto que só eu entendo o que escrevo, me sinto incompreendido, e tenho medo. Tudo que faço envolve a escrita e ao mesmo tempo eu quero escrever e ler o que os outros escrevem. Digo, quero escrever porque eu sei que tenho muita coisa para falar, mas eu sei que sou bom em ler o que os outros dizem. Quando leio um texto da Clarice Lispector, Marina Colasanti, Marlon Souza ou Guilherme Pintto, noto...

Saída 124 F: Uma travessia nunca mais será a mesma

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Artistas do Videodança Saída 124 F. Foto: Agatha Marinho Assisti ao vídeodança Saída 124 F dirigido por Bruno Alarcon e Luiz Fernando Picanço juntos aos jovens alunos da ONG Apadrinhe um Sorriso. Quando comecei a ver a apresentação, percebi que a travessia pela passarela da saída 124F nunca mais seria a mesma. Lembrei da Oficina ministrada por Alarcon e Picanço, na Amostra Frente Teatro, no Raul Cortez em Duque de Caxias, RJ, realizada em fevereiro de 2020, onde estive cobrindo o evento . A mesma sensibilidade e simplicidade presente no silêncio que diz tudo, forma que consigo descrever a experiência na amostra, encontra-se nesta performance premiada pelo prêmio Funarte RespirArte.  Foto: Agatha Marinho  A sensação que o vídeo me causa é de pertencimento ao lugar, sinto como se morasse no Parque das missões, graças ao olhar sensível, aos gestos leves, a música suave e transições que dão mais movimento as cenas. Espero não ser grosseiro ao dizer que não precisava estar...

Drag Queen, Drag King, Transexual e Travesti: conheça as diferenças e não pague mico ao falar

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Pabllo Vittar eleito  homem do ano pela revista GQ Brasil. foto: Rick Duarte/ reprodução Facebook No último dia 3, a cantora Pabllo Vittar ganhou o prêmio de homem do ano na categoria Ícone, premiação feita pela revista GQ Brasil, com isso, debates sobre o gênero da cantora chamaram atenção novamente. Muitos questionamentos feitos nas redes sociais da Drag Queen  Pabllo Vittar de 26 anos, são sobre seu gênero, esta dúvida, se dá pois o cantor não atende ao padrão social, de uma vez que se veste como mulher, tem trejeitos femininos e é chamado por pronomes femininos. O que se confunde é a arte com a realidade, os estereótipos adotados pelo artista, são expressões artísticas, mas para alguns, é a vontade de ser mulher. Quanto a isso, em entrevista para a revista Glamou r a cantora diz que quando montada prefere ser chamada por pronomes femininos mas que não é trans.   O Aquenda Notícias explicará agora alguns conceitos para que você tire suas dúvidas e desaquende o precon...

Afinal, o que é Aquenda? Conheça o Pajubá

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  Capa da dicionária Aurélia - Reprodução internet Provavelmente, a primeira pergunta que você fez ao acessar o Aquenda Notícias foi: O que é aquenda? Se essa dúvida não passou pela sua cabeça significa que você já está familiarizado com o Pajubá, e sabe que "aquendar" é chamar para prestar atenção ou fazer alguma função, sendo utilizada também com conotações sexuais. Pajubá, ou Bajubá, surgiu no Brasil e tornou-se popular nos anos 90. Baseia-se em palavras de origem Iorubá e Nagô, idiomas do continente africano, populares em terreiros de camdomblé, inicialmente, o Pajubá era falado pelas travestis para que curiosos e policiais não pudessem entender o que estavam conversando, uma forma de defesa uma vez que eram  marginalizadas pela sociedade e pela própria comunidade LGBTQI+. Com o passar do tempo o dialeto foi se popularizando no meio LGBTQI+, chegando a ganhar até um dicionário, ou melhor, dicionária própria: a Aurélia a dicionária da língua afiada(2006) , escrita por...

Efeminofobia: Um estudo acadêmico sobre o preconceito contra gays afeminados em aplicativos de relacionamento

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  (Perfil no Grindr com rejeição a afeminados. Foto: Lucas Feitoza/ Aquenda Notícias)  A plicativos de relacionamento são fortes aliados de LGBTs para se relacionarem. Além de poderem conhecer pessoas de outros lugares com interesses em comum, as ferramentas permitem que os usuários conversem em segurança, porque na rua podem se tornar vítimas de homofobia. Entretanto, na procura por parceiros, os critérios excluem os corpos mais presentes na comunidade: gays afeminados. A efeminobia, é o termo usado para o preconceito com gays afeminados ou que não se enquadram nos padrões de masculinidade predominantes. Quem chama a atenção para o assunto nos aplicativos de relacionamento é Mahmoud Baydoun, mestre em psicologia pela Universidade Federal de Rondônia – (UNIR). Em sua dissertação: Não sou nem curto afeminados- Reflexões viadas sobre a masculinidade hegemônica e a efeminofobia no Grindr   relata que despertou o interesse na temática pelas experiências vividas por ele, rod...